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Friday, 16 / April / 2021
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Em tempos áridos, a arte é oásis!

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Essencial mesmo é viver. Isto é certo! Quando nos trancamos em casa, nos travestimos de máscara, nos limpamos com álcool, nós realmente entendemos o que é essencial. De que vale amor em coração que não bate? De que vale ar puro em corpo que não respira? De que valem sonhos em olhos que não despertam mais?

No entanto, tanto tempo guardados dentro de nós mesmos, vivendo do essencial, nos faz perceber a imensa diferença entre essencial e suficiente. Sobrevivemos até aqui. Resistimos. Aguentamos. Suportamos. Adaptamos. Inventamos um novo jeito de viver. Mas a vida, aquela que alimenta o corpo, não dá conta de matar a fome e a sede da alma. A vida não basta. E ali, naquele hiato que a sobrevivência não ocupa, habita a poesia da existência.

São sentimentos, desejos, reflexões, dúvidas, filosofias, palavras, imagens, sons, movimentos e infinitas expressões do que temos para além do corpo em que residimos. Nos alimentamos disso. E produzimos e ofertamos este mesmo alimento a outras almas famintas que nos encontram.

Em tempos áridos, a arte é aquele oásis que nos faz continuar caminhando enquanto o Sol nos seca por dentro. É aquele vento forte que bagunça tudo e nos obriga a refletir e reorganizar. É aquela lua cheia e clara que ilumina o céu nas nossas noites mais escuras. É aquela pequena dose de loucura de que a nossa sanidade precisa. Ou seria o contrário?

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6 COMENTÁRIOS

  1. O que alimenta a vida?
    Bastamo-nos? Somos suficientes a nós mesmo? Em nós mesmos?
    “São sentimentos, desejos, reflexões, dúvidas, filosofias, palavras, imagens, sons, movimentos e infinitas expressões do que temos para além do corpo em que residimos.” – Este trecho me diz que não, pois no outro somos confrontados, construídos, reconstruídos, somos alimentados.

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